Oleiros

É sede de município, subdividido em 10 freguesias: Álvaro, Cambas, Estreito – Vilar Barroco, Isna, Madeirã, Mosteiro, Oleiros – Amieira, Orvalho e Sarnadas de São Simão. O concelho é limitado a norte pelo município do Fundão, a leste por Castelo Branco, a sul por Proença-a-Nova, a sudoeste pela Sertã e a noroeste por Pampilhosa da Serra.

Em Oleiros existem vários edifícios que se podem englobar no património artístico: a Igreja Matriz de Oleiros, a Igreja da Misericórdia de Oleiros e todo um conjunto de Igrejas ou Capelas espalhadas pelas aldeias concelho.

Além destes monumentos de elevado valor patrimonial e interesse artístico, ainda se encontram inúmeros edifícios, não só de arquitectura erudita mas de feição mais popular. No entanto o seu património é mais vasto, e engloba simultaneamente os valores paisagísticos do meio natural e todas as manifestações etnológicas como sejam usos e costumes, festas e romarias, música, cantares populares, cozinha tradicional, etc.

Em Março de 2015, Portugal passou a ter um dos Trilhos Internacionais dos Apalches, “o maior trilho de pegadas humanas do mundo”, visitado anualmente por 4 milhões de pessoas, sendo um dos ícones mundiais do pedestrianismo.
Situado no continente americano, o IAT original tem 3.500km e atravessa a cordilheira montanhosa dos Apalaches, no sentido do seu comprimento, passando por 14 estados dos EUA.
O percurso português, consiste numa Grande Rota, com cerca de 37 km, situada integralmente na Serra do Muradal, concelho de Oleiros. O seu nome “Grande Rota Muradal-Pangeia”, faz alusão à emblemática montanha quartzítica, onde se desenvolve, mas também, ao continente que existiu há 200 milhões de anos e que reunia todos os continentes que existem atualmente e consequentemente, a região do Maciço Ibérico.
Conhecida oficialmente, como GR38 Grande Rota Muradal Pangeia, “o trilho português dos Apalaches”, consiste numa aproximação, entre o continente americano e o europeu e foi inaugurada em Oleiros no dia 28 de março, sendo uma das maiores atrações turísticas da região.

Na gastronomia a castanha e o medronho são os produtos mais importantes da economia local. Em algumas freguesias parte do rendimento das famílias vem da castanha. O concelho de Oleiros foi, em tempos, um dos principais produtores da castanha.
Existe também a produção de vinho Callum cultivado nalgumas freguesias do concelho, em particular no Mosteiro, ao longo das margens da ribeira da Sertã. Mas o prato regional mais famoso da vila é o cabrito estonado à moda de oleiros.

Mais informação em: www.cm-oleiros.pt